terça-feira, 21 de setembro de 2010

Árvore dos desejos

arvore das estações


Uma vez um homem indiano estava viajando e, acidentalmente, entrou no paraíso. E, no conceito indiano de paraíso, existem as "árvores-dos-desejos". Você simplesmente senta debaixo dela, deseja qualquer coisa e imediatamente seu desejo é realizado - não há intervalo entre o desejo e sua realização.

O homem estava cansado, e pegou no sono sob a árvore-dos-desejos. Quando despertou estava com muita fome, então disse: "Estou com tanta fome, desejaria poder conseguir alguma comida de algum lugar". Imediatamente apareceu comida vinda do nada. Ele estava tão faminto que não prestou atenção de onde a comida viera - quando se está com fome, não se é filósofo. Começou a comer imediatamente. A comida era tão deliciosa.

Depois, tendo saciado a fome, olhou à sua volta e começou a pensar: "O que está acontecendo? O que está havendo? Estou sonhando ou existem espíritos ao redor que estão fazendo truques comigo?" E espíritos apareceram. E eram ferozes, horríveis, nauseantes. E ele começou a tremer e um pensamento surgiu em sua mente: "Agora vão me matar, com certeza....". E ele foi assassinado.

Esta é uma antiga parábola de imenso significado. Sua mente é a árvore dos desejos - o que você pensa, mais cedo ou mais tarde se realiza. Às vezes, o intervalo é tão grande que você se esquece completamente que desejou aquilo. Então, não faz mais a ligação com a fonte. Porém, se você olhar profundamente, perceberá que todos os seus pensamentos estão criando você e sua vida.

Lembre-se: os pensamentos criam seu inferno, criam seu paraíso. Criam seu tormento, criam sua alegria. Eles criam o negativo, criam o positivo. Todos são mágicos. E todos estão fiando e tecendo um mundo mágico ao seu redor. Ninguém o está torturando, a não ser você mesmo. E uma vez que isso seja compreendido, mudanças começam a acontecer. Então você pode dar a volta por cima, pode mudar seu inferno em paraíso. É simplesmente uma questão de pintá-lo a partir de um ângulo diferente. A responsabilidade é toda sua.

Por Autor desconhecido

Um comentário:

Anna Cristina disse...

Q linda e sábia parábola, amiga! adorei! Bjos