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terça-feira, 1 de março de 2011
Aprenda a diferenciar produtos light, diet e zero
Falta de informações nos rótulos de embalagens é o principal vilão dos produtos
Quando os alimentos light surgiram depois da febre dos diet, a confusão para os consumidores teve início. Nos últimos tempos, os chamados produtos zero passaram a atrapalhar ainda mais a população. A legislação brasileira até obriga que os rótulos das embalagens tragam todas as informações necessárias. A obrigatoriedade, no entanto, ainda não é suficiente para esclarecer as pessoas que chegam até as prateleiras dos supermercados preocupadas com a saúde. Nem todo mundo consegue decifrar as informações impressas na embalagem dos produtos industrializados, por exemplo. Sem a devida orientação, os consumidores sofrem para selecionar aquilo que considera mais adequado ao seu perfil.
"Pelos relatos que nós ouvimos dos pacientes, muitos ainda tem dificuldades em entender os rótulos. Eles não consideram as embalagens tão esclarecedoras", relata a nutricionista Karine Zortea. De acordo com a profissional, existe até um risco caso a pessoa engane-se em trocar um produto. "Um diabético pode trocar por engano um produto dietético por um light por achar que é a mesma coisa", diz.
Aprenda a diferença entre light, diet e zero - Foto: Getty Images
Entenda os rótulos
Diet: Tem isenção de açúcar e/ou proteína e/ou gorduras. Normalmente é indicado para portadores de doenças metabólicas como diabetes. Alimentos diet podem ter valor calórico maior que aqueles que contêm açúcar e nem sempre são úteis para perda de peso.
Light: Possui redução de calorias ou açúcares ou gorduras ou sódio ou outro nutriente em relação ao produto original. É indicado para pessoas que desejam reduzir o teor de açúcares, gorduras ou sal na alimentação. Nem todo alimento light é próprio para perda de peso. A redução calórica em certos alimentos é muito pequena.
Zero: Promete isenção de açúcar com redução de calorias ou isenção de nutrientes em relação ao produto original. De modo geral as indicações são semelhantes aos dos alimentos light. Quando o alimento é zero por isenção de açúcares também pode ser consumido por diabéticos.
Cuidado com as embalagens
Os consumidores devem estar muito atentos para não tomarem como referência o número de calorias exibido nas embalagens de alimentos. Segundo especialistas, as informações contidas nos rótulos podem estar até 25% acima do total de energia realmente fornecida pelo produto. A notícia é até animadora para quem vive lutando contra a balança, mas o sistema de contagem de calorias utilizado como referência atualmente é ultrapassado e também pouco eficaz.
Karine explica também uma outra pegadinha que estamos sujeitos a esbarrar nas hora das compras: "O alimento diet isento de açúcar pode ser ao mesmo tempo rico em gorduras. Para quem quer perder peso, por exemplo, o recomendável é buscar um alimento light".
Saiba Mais
Em outro exemplo, no caso de refrigerantes, os produtos diet, light e zero não contêm açúcar e apresentam nenhuma ou menos que 4 kcal por 100 ml. A mudança da terminologia não implica em diferenças nutricionais significativas e a diferença entre os produtos está no tipo e quantidade de adoçantes utilizados.
Nos refrigerantes a base de cola, uma lata de 350 ml, nas versões diet, light e zero, apresenta zero kcal (calorias) e zero grama de açúcar. Já a versão comum possui 148 kcal e 37g de açúcar.
O importante é que o consumidor compreenda as diferenças nas nomenclaturas utilizadas na rotulagem dos alimentos é um direito do consumidor e mais uma ferramenta para escolhas corretas e saudáveis, mas na hora de comprar evite se impressionar com os termos em destaque. Leia a embalagem, verifique as informações nutricionais e compare os produtos.
Fonte: http://yahoo.minhavida.com.br
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Evite os alimentos embutidos e industrializados

Atire o primeiro nugget aquele que não adora chegar em casa do trabalho e se render a facilidade de colocar uma lasanha congelada no micro-ondas e, em menos de 15 minutos, ter uma refeição prontinha para devorar.
O "pecado" estaria perdoado se não fosse por um detalhe: esse tipo de produto pode fazer muito mal ao organismo. "A química contida nesses alimentos é completamente desconhecida ao nosso sistema digestivo", afirma a nutricionista Andréia Naves, da VP Consultoria Nutricional.
Uma das substâncias que aparece muito nesse tipo de alimento é o nitrato, que confere cor avermelhada ao produto final e é comprovadamente um agente cancerígeno poderoso.Corantes, conservantes e outros aditivos químicos acabam sobrecarregando o fígado, que precisa sintetizar tantos elementos novos. Não à toa o consumo excessivo desse tipo de substância está diretamente ligado a piora de quadros de enxaqueca, TPM e até gastrite, se considerarmos que muitos deles irritam a mucosa do estômago.
"Isso sem falar que os níveis de sódio e gordura contidos em comidas industrializadas ultrapassam, e muito, o recomendável, tornando-se um agente poderoso no aumento de casos de hipertensão e obesidade", lembra a nutricionista Daniela Jobst.
Opte pelo rodízio de alimentosOutro hábito que deveríamos modificar, segundo as especialistas, é a ingestão de grandes quantidades de proteína, especialmente a de origem animal. Nossos ancestrais caçavam de tempos em tempos, nunca todos os dias. Isso dava um certo descanso ao sistema digestivo, que ainda gasta muito mais energia para metabolizar proteína do que outros tipos de nutriente.
A saída seria adotar um tipo de rodízio, conforme explica a nutricionista Andrea Naves. "Restrinja a carne vermelha a um ou dois dias da semana. Nos outros, prefira peixes, especialmente aqueles ricos em ômega 3, como salmão e sardinha, que ajudam a prevenir doenças cardíacas".
Também pense duas vezes antes de lotar o carrinho do supermercado com enlatados. O alumínio liberado pelas latas é tóxico para nosso organismo. Prefira sempre os produtos in natura.
O "pecado" estaria perdoado se não fosse por um detalhe: esse tipo de produto pode fazer muito mal ao organismo. "A química contida nesses alimentos é completamente desconhecida ao nosso sistema digestivo", afirma a nutricionista Andréia Naves, da VP Consultoria Nutricional.
Uma das substâncias que aparece muito nesse tipo de alimento é o nitrato, que confere cor avermelhada ao produto final e é comprovadamente um agente cancerígeno poderoso.Corantes, conservantes e outros aditivos químicos acabam sobrecarregando o fígado, que precisa sintetizar tantos elementos novos. Não à toa o consumo excessivo desse tipo de substância está diretamente ligado a piora de quadros de enxaqueca, TPM e até gastrite, se considerarmos que muitos deles irritam a mucosa do estômago.
"Isso sem falar que os níveis de sódio e gordura contidos em comidas industrializadas ultrapassam, e muito, o recomendável, tornando-se um agente poderoso no aumento de casos de hipertensão e obesidade", lembra a nutricionista Daniela Jobst.
Opte pelo rodízio de alimentosOutro hábito que deveríamos modificar, segundo as especialistas, é a ingestão de grandes quantidades de proteína, especialmente a de origem animal. Nossos ancestrais caçavam de tempos em tempos, nunca todos os dias. Isso dava um certo descanso ao sistema digestivo, que ainda gasta muito mais energia para metabolizar proteína do que outros tipos de nutriente.
A saída seria adotar um tipo de rodízio, conforme explica a nutricionista Andrea Naves. "Restrinja a carne vermelha a um ou dois dias da semana. Nos outros, prefira peixes, especialmente aqueles ricos em ômega 3, como salmão e sardinha, que ajudam a prevenir doenças cardíacas".
Também pense duas vezes antes de lotar o carrinho do supermercado com enlatados. O alumínio liberado pelas latas é tóxico para nosso organismo. Prefira sempre os produtos in natura.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Ficar exposto à luz antes de dormir prejudica o sono e a saúde

A iluminação baixa pode influenciar a pressão arterial e metabolização da glicoseUm novo estudo da Harvard Medical School, em Boston, mostrou que ficar exposto às lâmpadas acesas antes de dormir pode afetar a qualidade do sono, pressão arterial e diabetes.
De acordo com a pesquisa, publicada no Jornal Endocrine Society's of Clinical Endocrinology & Metabolism (JCEM), a exposição à luz elétrica, entre o anoitecer e o deitar, suprime fortemente os níveis de melatonina e pode afetar os processos fisiológicos regulados por melatonina, tais como sonolência, termoregulação, pressão arterial e metabolizar a glicose.
A melatonina é um hormônio produzido durante a noite pela glândula pineal, localizada no cérebro. Além de seu papel na regulação do ciclo vigília-sono, a melatonina tem se mostrado boa para reduzir a pressão arterial e temperatura corporal e também tem sido explorada como uma opção de tratamento para a hipertensão, insônia e câncer.
Os pesquisadores avaliaram 116 voluntários saudáveis com idades entre 18 e 30 anos que foram expostos à luz ambiente ou luz fraca nas oito horas anteriores a hora de dormir, durante cinco dias consecutivos. Um cateter venoso foi inserido no antebraço dos participantes do estudo para a coleta contínua de plasma de sangue a cada 30 minutos para medições de melatonina.
Os resultados mostraram que a exposição à luz ambiente antes de deitar fazia a melatonina ter uma duração encurtada em cerca de 90 minutos. Além disso, a exposição à luz ambiente durante as horas normais de sono fazem a melatonina ficar mais de 50 % suprimida.
Mais pesquisas são ainda necessárias tanto para fundamentar a supressão de melatonina como um importante fator de risco para câncer de mama como para determinar os mecanismos pelos quais a melatonina regula o metabolismo da glicose. Quatro dicas para dormir bem
1. Livro chato
Boa para o corpo e para a mente, a leitura ajuda a melhorar a insônia, porém, devem-se tomar alguns cuidados na hora de escolher o livro de cabeceira: "Na maioria dos casos, a leitura ajuda a pegar no sono, mas recomendamos livros menos complexos e interessantes. Prefira ler coisas que não chamem sua atenção ao ponto de despertar sua curiosidade, senão, o efeito será contrário", explica o neurologista Shigueo Yonekura, do Instituto de Medicina e Sono.
2. Chá tem que ser morninho
Os chás, que não são à base de cafeína, em geral, ajudam a relaxar e por isso são bons indutores do sono, mas o alerta fica para a temperatura da bebida: "Um chá de camomila ou erva-doce, por exemplo, faz bem porque relaxa, só que as altas temperaturas elevam a temperatura corporal e isso também pode causar insônia. Por isso, prefira chás gelados ou em temperatura ambiente e evite bebidas muito quentes antes de dormir", diz o neurologista.
3. Hora do leitinho
Shigueo Yonekura explica que o leite é rico em triptofano, um aminoácido que essencial para a síntese de serotonina, o hormônio do bem-estar. Por isso, consumir o alimento relaxa e garante uma noite tranquila.
4. Hora da malhação
Praticar exercícios físicos sem dúvida ajuda a amenizar a insônia, porém, Shigueo explica que existem restrições ao estilo e ao horário do treino: "É muito saudável e eficaz praticar exercícios físicos, só que os treinos devem ocorrer pelo menos duas horas antes do horário de ir dormir e não podem ser competitivos, senão, despertarão seu corpo e sua mente", explica o neurologista. "O ideal é praticar esportes mais leves, caso seja difícil praticá-los duas horas antes de dormir", continua.
De acordo com a pesquisa, publicada no Jornal Endocrine Society's of Clinical Endocrinology & Metabolism (JCEM), a exposição à luz elétrica, entre o anoitecer e o deitar, suprime fortemente os níveis de melatonina e pode afetar os processos fisiológicos regulados por melatonina, tais como sonolência, termoregulação, pressão arterial e metabolizar a glicose.
A melatonina é um hormônio produzido durante a noite pela glândula pineal, localizada no cérebro. Além de seu papel na regulação do ciclo vigília-sono, a melatonina tem se mostrado boa para reduzir a pressão arterial e temperatura corporal e também tem sido explorada como uma opção de tratamento para a hipertensão, insônia e câncer.
Os pesquisadores avaliaram 116 voluntários saudáveis com idades entre 18 e 30 anos que foram expostos à luz ambiente ou luz fraca nas oito horas anteriores a hora de dormir, durante cinco dias consecutivos. Um cateter venoso foi inserido no antebraço dos participantes do estudo para a coleta contínua de plasma de sangue a cada 30 minutos para medições de melatonina.
Os resultados mostraram que a exposição à luz ambiente antes de deitar fazia a melatonina ter uma duração encurtada em cerca de 90 minutos. Além disso, a exposição à luz ambiente durante as horas normais de sono fazem a melatonina ficar mais de 50 % suprimida.
Mais pesquisas são ainda necessárias tanto para fundamentar a supressão de melatonina como um importante fator de risco para câncer de mama como para determinar os mecanismos pelos quais a melatonina regula o metabolismo da glicose. Quatro dicas para dormir bem
1. Livro chato
Boa para o corpo e para a mente, a leitura ajuda a melhorar a insônia, porém, devem-se tomar alguns cuidados na hora de escolher o livro de cabeceira: "Na maioria dos casos, a leitura ajuda a pegar no sono, mas recomendamos livros menos complexos e interessantes. Prefira ler coisas que não chamem sua atenção ao ponto de despertar sua curiosidade, senão, o efeito será contrário", explica o neurologista Shigueo Yonekura, do Instituto de Medicina e Sono.
2. Chá tem que ser morninho
Os chás, que não são à base de cafeína, em geral, ajudam a relaxar e por isso são bons indutores do sono, mas o alerta fica para a temperatura da bebida: "Um chá de camomila ou erva-doce, por exemplo, faz bem porque relaxa, só que as altas temperaturas elevam a temperatura corporal e isso também pode causar insônia. Por isso, prefira chás gelados ou em temperatura ambiente e evite bebidas muito quentes antes de dormir", diz o neurologista.
3. Hora do leitinho
Shigueo Yonekura explica que o leite é rico em triptofano, um aminoácido que essencial para a síntese de serotonina, o hormônio do bem-estar. Por isso, consumir o alimento relaxa e garante uma noite tranquila.
4. Hora da malhação
Praticar exercícios físicos sem dúvida ajuda a amenizar a insônia, porém, Shigueo explica que existem restrições ao estilo e ao horário do treino: "É muito saudável e eficaz praticar exercícios físicos, só que os treinos devem ocorrer pelo menos duas horas antes do horário de ir dormir e não podem ser competitivos, senão, despertarão seu corpo e sua mente", explica o neurologista. "O ideal é praticar esportes mais leves, caso seja difícil praticá-los duas horas antes de dormir", continua.
Fonte: Yahoo beleza e saúde
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